Turmas:
8º ano
A Independência dos Estados Unidos da América
No final do século
XVI, os ingleses ocuparam a América do Norte que, em princípio, pertencia à
Espanha. A Inglaterra, porém, não reconhecia o Tratado de Tordesilhas; além
disso, os espanhóis praticamente haviam abandonado esses territórios. Os
colonos ingleses, fugindo de perseguições religiosas, trouxeram a cultura
britânica para o continente americano, criando, em sua maioria, colônias de povoamento.
À medida que as
perseguições se intensificavam na Inglaterra, o fluxo migratório em direção à América
aumentava. Boa parte dos imigrantes era
de origem camponesa e havia perdido o direito de uso das terras comunais quando
estas foram cercadas pelos grandes proprietários. A disponibilidade de terras
na América estimulava a travessia do Atlântico.
Podemos falar em
dois grandes grupos de colônias: as do
Centro-Norte e as do Sul.
Diferenças entre Sul e Norte
Nas colônias do
Centro-Norte, predominavam as pequenas e médias propriedades fundiárias, em que
trabalhavam os proprietários e suas famílias. Quando havia necessidade de mais mão-de-obra,
esta era trazida da Inglaterra.
As matérias-primas
produzidas no Centro-Norte, aliadas à presença de trabalhadores especializados,
muitos foragidos da metrópole, propiciaram um desenvolvimento artesanal e
manufatureiro.
No Sul, a economia
voltada para a exportação fez predominarem os latifúndios de produtos tropicais
(plantation) e ditou a opção pela mão-de-obra escrava.
As Treze Colônias às vésperas da independência
Um enorme déficit
nas contas do governo inglês, fez com que os britânicos decidissem que os
colonos deveriam contribuir para a sua solução.
·
Lei do Açúcar.
·
Lei do Selo.
·
Leis Intoleráveis.
Heródoto Barbeiro,
Bruna Renata Cantele, Carlos Alberto Schneeberger. História: de olho no mundo
do trabalho. Scipione, 2004, pág. 244-247.
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