sexta-feira, 29 de março de 2013


Turmas: 8º ano
A Independência dos Estados Unidos da América
No final do século XVI, os ingleses ocuparam a América do Norte que, em princípio, pertencia à Espanha. A Inglaterra, porém, não reconhecia o Tratado de Tordesilhas; além disso, os espanhóis praticamente haviam abandonado esses territórios. Os colonos ingleses, fugindo de perseguições religiosas, trouxeram a cultura britânica para o continente americano, criando, em sua maioria, colônias de povoamento.
À medida que as perseguições se intensificavam na Inglaterra, o fluxo migratório em direção à América aumentava.  Boa parte dos imigrantes era de origem camponesa e havia perdido o direito de uso das terras comunais quando estas foram cercadas pelos grandes proprietários. A disponibilidade de terras na América estimulava a travessia do Atlântico.
Podemos falar em dois grandes grupos de colônias:  as do Centro-Norte e as do Sul.
Diferenças entre Sul e Norte
Nas colônias do Centro-Norte, predominavam as pequenas e médias propriedades fundiárias, em que trabalhavam os proprietários e suas famílias. Quando havia necessidade de mais mão-de-obra, esta era trazida da Inglaterra.
As matérias-primas produzidas no Centro-Norte, aliadas à presença de trabalhadores especializados, muitos foragidos da metrópole, propiciaram um desenvolvimento artesanal e manufatureiro.
No Sul, a economia voltada para a exportação fez predominarem os latifúndios de produtos tropicais (plantation) e ditou a opção pela mão-de-obra escrava.
As Treze Colônias às vésperas da independência
Um enorme déficit nas contas do governo inglês, fez com que os britânicos decidissem que os colonos deveriam contribuir para a sua solução.
·         Lei do Açúcar.
·         Lei do Selo.
·         Leis Intoleráveis.
Heródoto Barbeiro, Bruna Renata Cantele, Carlos Alberto Schneeberger. História: de olho no mundo do trabalho. Scipione, 2004, pág. 244-247.

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